sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Eleições nos EUA - bom exemplo

Várias redes de tevê, rádio e jornal do Brasil e do mundo se mudaram para os Estados Unidos com o objetivo de cobrir as eleições presidenciais. A Rede Globo, com escritório em NY, já fala do assunto há bastante tempo.
Um dos bons trabalhos feitos por eles é a série Americanos, veiculada no Jornal da Globo. Nela, o repórter Rodrigo Alvarez e o cinegrafista Sérgio Telles viajaram de carro por mais de 10 mil quilômetros para apresentar os Estados Unidos de uma forma diferente. O objetivo era mostrar o povo e suas razões para acreditar ou não em um candidato. Mais do que isso, com o pé na estrada os dois conseguiram revelar algumas faces do país que estão escondidas por Bush, para não piorar sua situação. Depois de oito anos de governo, o presidente vai se despedindo deixando um rastro de estragos, dos grandes, que são mostrados nesta série. Estragos internos e externos. É de conferir o bom trabalho feito pelos dois jornalistas.

Primeiro episódio - segunda-feira, 27 de outubro


Segundo episódio - terça-feira, 28 de outubro


Terceiro episódio - quarta-feira, 29 de outubro


Quarto episódio - quinta-feira, 30 de outubro

Eleições nos EUA - Entenda a fórmula

As eleições norteamericanas paracem mais uma super produção de um filme Holywoodiano. Tudo que envolve os dois candidatos é grande demais. Um bom exemplo foi o que Obama fez nesta semana ao entrar em cadeia, em sete redes (isso, sete) ao mesmo tempo com uma propaganda de 30 minutos. E o mais interesasnte de tudo: paga.
Agora, se tem algo complicado nesse mundo é a fórmula da eleição. Realmente, só com ajuda para entender. Zero Hora publicou um gráfico animado. Vá lá e entenda direitinho como funciona a aleição mais vista no mundo.
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/pflash.jsp?d=especial_eleicoes_eua_01022008&f=loader600x400.swf&w=600&h=400&site=http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/swf/

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Escrevendo com opinião

Os alunos da cadeira fazem vários textos num semestre de aula. Esses que estão no link (http://docs.google.com/Doc?id=dd9c5kxm_93htpczhcn) são fruto da análise de um documentário sobre a Jihad Islâmica. Mais abaixo, em posts anteriores, o documentário está completo. É só conferir. É importante conferir. O assunto é dos mais importantes.
Imperioso, no entanto, é saber que os textos que você lerá são artigos de opinião, com argumentos pessoais. Mas acima de tudo, um exercício de aula.
Boa leitura!

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Nova forma de ser Correspondente

Com a chegada das novas tecnologias, os profissionais de comunicação tiveram de mudar. Os jornalistas, então, nem se fala. Quando Peter Arnett fez a cobertura da Guerra do Golfo no Iraque em 1990 pela CNN, ele, o único jornalista a ficar e cobrir a guerra dentro do país, só tinha um telefone via satélite como equipamento de trabalho.
Hoje, se pensarmos nisso, parece loucura. Em apenas 18 anos tudo mudou. Tudo, mesmo. A começar pelo perfil do profissional. Como diz o jornalista Antônio Brasil, ex-correspondente internacional, "no passado, delinear esse perfil era tarefa fácil. Correspondente internacional de TV brasileira, ou seja, da Globo era um jornalista mais experiente, famoso ou quase famoso que recebia o posto no exterior como “prêmio” ou como maneira de “esfriar” aqueles profissionais que estavam sendo ameaçados pelos exercício da profissão. Havia exceções, mas isso é outra história."
Hoje, no entanto, o perfil é outro. Ainda segundo Brasil, "nesse novo cenário de vacas magras, os correspondentes internacionais de TV deixam de ter vida de luxo e de privilégios, vida de diplomatas, para se tornarem repórteres que trabalham muito e que simplesmente “sobrevivem” no exterior. Definitivamente, acabou a época do Televidão!"
O correspondente hoje, além de jovem, é o cara antenado nas tecnologias. Circula e conhece as mais diversas linguagen da informação. Faz imagem, áudio, texto de jornal, de revista e de internet. Trabalha muito, cada vez mais, ganhando não tanto quanto antes. Mas podendo vender seu trabalho para vários lugares.
O texto de Antônio Brasil deve ser lido. Veja a íntegra aqui com a colaboração da aluna Giana Hahn: http://docs.google.com/Doc?id=dd9c5kxm_92dvdwt8f5
Boa leitura.

sábado, 17 de maio de 2008

Afinal, o que está certo?

Um dos pontos que gera maior polêmica entre os jornalistas é a forma como alguns se colocam frente ao perigo. Parece simples, no entanto, com o objetivo de conseguir fazer tal matéria, ou mais, fazer determinada cobertura, tudo parece ser aceito. Inclusive, empunhar armas. Em sala de aula já vimos coberturas célebres como a de Peter Arnett e CNN na Guerra do Golfo. Naquela ocasião, ele e seus produtores fizeram vários tipos de acordos com o governo Iraquiano. Mas afinal, isto está errado ou simplesmente faz parte do jogo?
O texto publicado no link (http://docs.google.com/Doc?id=dd9c5kxm_90dckpz3f4) provoca algumas discussões. Cristiana Mesquita, jornalista brasileira que trabalha como correspondente há mais de 25 anos, pensa diferente da maioria. Leiam,tirem suas próprias conclusões e comentem.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Artigos dos alunos: Obsession - extremismo religioso

O material abaixo é uma mostra do trabalho dos alunos de Jornalismo da Famecos. Matriculados na cadeira de Jornalismo Internacional, manhã, todos estão produzindo conhecimento. O assunto atualmente é Oriente Médio. Além de debataremos em sala de aula, temos a chance de assistirmos bons conteúdos produzidos pelo mundo. O Documentário Obsession - Radical Islamn's War Againts the West (http://www.obsessionthemovie.com/) é um exemplo disso. Depois de assistir ao documentáio, os alunos produziram um artigo que tinha o objteivo de falar sobre o assunto, com opinião focada. Eis abaixo o resultado do trabalho. Boa leitura.
http://docs.google.com/Doc?id=dd9c5kxm_70dhbn9hms

Aos que se interessarem, além do link acima é possível assistir ao documentário inteiro no youtube (http://www.youtube.com/). Basta, para isso, fazer a pesquisa pelo nome do documentário, ou clicar nos vídeos abaixo:

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4

sábado, 12 de abril de 2008

Redação multimídia

Fala-se muito por aí em interatividade, multimídia, e assim por diante. Os exemplos vistos no jornalismo brasileiro não são exatamente o que se espera. No entanto alguns veículos do mundo estão chegando mais perto do que se entende por convergência das mídias. Um dos grandes exemplos é o The Daily Telegraph (http://www.telegraph.co.uk/), jornal inglês fundado em 1855. Mesmo sendo um jornal conservador, eles inovaram e são, hoje, referência mundial em redação integrada. Assista ao vídeo abaixo e veja um ótimo exemplo que pode e deve ser seguido.

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