sexta-feira, 13 de junho de 2008

Nova forma de ser Correspondente

Com a chegada das novas tecnologias, os profissionais de comunicação tiveram de mudar. Os jornalistas, então, nem se fala. Quando Peter Arnett fez a cobertura da Guerra do Golfo no Iraque em 1990 pela CNN, ele, o único jornalista a ficar e cobrir a guerra dentro do país, só tinha um telefone via satélite como equipamento de trabalho.
Hoje, se pensarmos nisso, parece loucura. Em apenas 18 anos tudo mudou. Tudo, mesmo. A começar pelo perfil do profissional. Como diz o jornalista Antônio Brasil, ex-correspondente internacional, "no passado, delinear esse perfil era tarefa fácil. Correspondente internacional de TV brasileira, ou seja, da Globo era um jornalista mais experiente, famoso ou quase famoso que recebia o posto no exterior como “prêmio” ou como maneira de “esfriar” aqueles profissionais que estavam sendo ameaçados pelos exercício da profissão. Havia exceções, mas isso é outra história."
Hoje, no entanto, o perfil é outro. Ainda segundo Brasil, "nesse novo cenário de vacas magras, os correspondentes internacionais de TV deixam de ter vida de luxo e de privilégios, vida de diplomatas, para se tornarem repórteres que trabalham muito e que simplesmente “sobrevivem” no exterior. Definitivamente, acabou a época do Televidão!"
O correspondente hoje, além de jovem, é o cara antenado nas tecnologias. Circula e conhece as mais diversas linguagen da informação. Faz imagem, áudio, texto de jornal, de revista e de internet. Trabalha muito, cada vez mais, ganhando não tanto quanto antes. Mas podendo vender seu trabalho para vários lugares.
O texto de Antônio Brasil deve ser lido. Veja a íntegra aqui com a colaboração da aluna Giana Hahn: http://docs.google.com/Doc?id=dd9c5kxm_92dvdwt8f5
Boa leitura.

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