sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Eleições nos EUA - bom exemplo
Um dos bons trabalhos feitos por eles é a série Americanos, veiculada no Jornal da Globo. Nela, o repórter Rodrigo Alvarez e o cinegrafista Sérgio Telles viajaram de carro por mais de 10 mil quilômetros para apresentar os Estados Unidos de uma forma diferente. O objetivo era mostrar o povo e suas razões para acreditar ou não em um candidato. Mais do que isso, com o pé na estrada os dois conseguiram revelar algumas faces do país que estão escondidas por Bush, para não piorar sua situação. Depois de oito anos de governo, o presidente vai se despedindo deixando um rastro de estragos, dos grandes, que são mostrados nesta série. Estragos internos e externos. É de conferir o bom trabalho feito pelos dois jornalistas.
Primeiro episódio - segunda-feira, 27 de outubro
Segundo episódio - terça-feira, 28 de outubro
Terceiro episódio - quarta-feira, 29 de outubro
Quarto episódio - quinta-feira, 30 de outubro
Eleições nos EUA - Entenda a fórmula
Agora, se tem algo complicado nesse mundo é a fórmula da eleição. Realmente, só com ajuda para entender. Zero Hora publicou um gráfico animado. Vá lá e entenda direitinho como funciona a aleição mais vista no mundo.
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/pflash.jsp?d=especial_eleicoes_eua_01022008&f=loader600x400.swf&w=600&h=400&site=http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/swf/
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Escrevendo com opinião
Imperioso, no entanto, é saber que os textos que você lerá são artigos de opinião, com argumentos pessoais. Mas acima de tudo, um exercício de aula.
Boa leitura!
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Nova forma de ser Correspondente
Hoje, se pensarmos nisso, parece loucura. Em apenas 18 anos tudo mudou. Tudo, mesmo. A começar pelo perfil do profissional. Como diz o jornalista Antônio Brasil, ex-correspondente internacional, "no passado, delinear esse perfil era tarefa fácil. Correspondente internacional de TV brasileira, ou seja, da Globo era um jornalista mais experiente, famoso ou quase famoso que recebia o posto no exterior como “prêmio” ou como maneira de “esfriar” aqueles profissionais que estavam sendo ameaçados pelos exercício da profissão. Havia exceções, mas isso é outra história."
Hoje, no entanto, o perfil é outro. Ainda segundo Brasil, "nesse novo cenário de vacas magras, os correspondentes internacionais de TV deixam de ter vida de luxo e de privilégios, vida de diplomatas, para se tornarem repórteres que trabalham muito e que simplesmente “sobrevivem” no exterior. Definitivamente, acabou a época do Televidão!"
O correspondente hoje, além de jovem, é o cara antenado nas tecnologias. Circula e conhece as mais diversas linguagen da informação. Faz imagem, áudio, texto de jornal, de revista e de internet. Trabalha muito, cada vez mais, ganhando não tanto quanto antes. Mas podendo vender seu trabalho para vários lugares.
O texto de Antônio Brasil deve ser lido. Veja a íntegra aqui com a colaboração da aluna Giana Hahn: http://docs.google.com/Doc?id=dd9c5kxm_92dvdwt8f5
Boa leitura.
sábado, 17 de maio de 2008
Afinal, o que está certo?
O texto publicado no link (http://docs.google.com/Doc?id=dd9c5kxm_90dckpz3f4) provoca algumas discussões. Cristiana Mesquita, jornalista brasileira que trabalha como correspondente há mais de 25 anos, pensa diferente da maioria. Leiam,tirem suas próprias conclusões e comentem.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Artigos dos alunos: Obsession - extremismo religioso
http://docs.google.com/Doc?id=dd9c5kxm_70dhbn9hms
Aos que se interessarem, além do link acima é possível assistir ao documentário inteiro no youtube (http://www.youtube.com/). Basta, para isso, fazer a pesquisa pelo nome do documentário, ou clicar nos vídeos abaixo:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
sábado, 12 de abril de 2008
Redação multimídia
)
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Grande trabalho jornalístico
quinta-feira, 27 de março de 2008
É ruim, hein?
Luiz Carlos Azenha é um dos bons repórteres brasileiros. Já viajou o mundo pela Rede Globo e entrevistou os grandes. Hoje se dedica a um blog (http://www.viomundo.com.br) que, como ele mesmo diz, quer contar "aquilo que nunca foi possível contar na tevê". Em seu blog Azenha dá uma mostra de como o jornalismo pode ser ruim em qualquer parte do mundo. Um bom exemplo disso está neste link (http://www.viomundo.com.br/contraponto/jornal-argentino-se-refere-a-sao-paulo-como-capital-do-brasil-e-da-na-manchete-chavez-e-lula-cacarejam-juntos/). Nele, Azenha mostra uma matéria feita pelo Jornal Página 12 da Argentina que diz São Paulo ser a Capital do Brasil, entre outras barbaridades. É um belo exemplo de jornalismo de baixo nível, parcial e escroto. Boa leitura.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
A complicada eleição dos EUA

Estágio na EFE
Essa é uma boa notícia. As portas das Agências Internacionais se abrem cada vez mais para os jornalistas ou futuros jornalistas brasileiros. É bom ficar de olho.
Agência Efe realiza processo seletivo para estágio no Rio
Estudantes de Jornalismo que estejam matriculadas entre o quarto e penúltimo período podem se candidatar ao processo seletivo para estágio que a agência Efe está realizado para seu serviço de informação internacional em português.
A agência oferece R$ 500,00 de bolsa para estágio de 20 horas semanais.
Os interessados devem estudar e morar no Rio ou em sua região metropolitana, compreender bem o espanhol escrito e comprovar, através de diploma ou teste, conhecimentos do idioma (no mínimo o nível intermediário). A Efe também exige um excelente texto em português, cultura geral, principalmente em questões políticas e econômicas internacionais.
Os currículos devem ser enviados até a próxima quarta-feira (20/02) para o email estagio2008@efebrasil.com.br.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Crise em jornal gratuito nos EUA
Os jornais gratuitos estão crescendo muito em todo o mundo. No entanto, um dos mais tradiconais atravessa forte crise nso EUA. O texto abaixo serve como orientação e tenta dar algumas explicações. Boa leitura.18/01/2008 - site http://www.opiniaoenoticia.com.br/
O Boston Globe, um tradicional jornal pago, tem uma circulação diária de aproximadamente 380 mil. Já a circulação do diário gratuito Metro na cidade é de 160 mil. O Metro, uma publicação de um grupo sueco, é popular em mais de 100 países, mas não emplacou nos EUA. Henry Scott, ex-editor-chefe do Metro New York, disse que os diários gratuitos geralmente se tornam rentáveis no terceiro ano de operação. Mas, após sete anos, o Metro ainda está perdendo dinheiro nos EUA: no terceiro trimestre de 2007, perdeu US$ 4,4 milhões.
Segundo a Economist, o Metro pode não estar oferecendo aos leitores norte-americanos o que eles querem. O AM New York, um diário gratuito que compete com o Metro New York, está se saindo bem ao concentrar seu trabalho em uma cobertura local. Um novo jornal gratuito, o BostonNOW, está tentando fazer o mesmo. O Metro, ao contrário, tende a dar ênfase às notícias nacionais e internacionais.
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Preocupante
Os números divulgados pelo IVC (Instituto Verificador de Circulação) nesta semana são um alento, mas ainda nos colocam no fundo do poço. Vejam abaixo o que significamos em termos de mundo na leitura diária.
Fica uma pergunta: a culpa pela baixa procura pelos jornais deve ser creditada apenas aos leitores? Não será culpa da qualidade do que fazemos diariamente?
Boa leitura.
Circulação de jornais cresceu 11,8% em 2007 - AE Agência Estado
A circulação dos 92 jornais filiados ao Instituto Verificador de Circulação (IVC) cresceu 11,8% em 2007, em relação ao ano anterior. Foram 4,143 milhões de exemplares distribuídos diariamente em média em dezembro, ante 3,762 milhões no mesmo mês de 2006.
A boa notícia para o meio jornal, na avaliação do presidente do IVC e diretor da multinacional Procter & Gamble, Pedro Martins da Silva, é que esse resultado confirma um dinamismo injetado pelos empresários do setor nos negócios. ?Há um ambiente favorável, com reformulação de projetos, mudanças gráficas e novos jornais segmentados para determinados públicos, a preços mais acessíveis?, diz ele. ?Isso faz com que os leitores vejam suas necessidades mais bem atendidas.?
O IVC audita apenas os jornais pagos. No mercado nacional não há dados disponíveis sobre os gratuitos. Lá fora, em países como Espanha, França e Inglaterra, o fenômeno de aceitação do jornais gratuitos foi capaz de impulsionar a indústria jornalística global nos últimos anos.
O balanço do IVC referente a 2007 mostra aumento de circulação entre os veículos tradicionais, caso do carioca O Globo (5,2%) e dos paulistas O Estado de S. Paulo (4,8%) e Jornal da Tarde (8%), assim como cresceu a circulação do especializado em esportes Lance! (12,3%).
Leitura
Na comparação com outros países, o Brasil ainda tem muito a avançar em matéria de hábito de leitura. De acordo com o relatório preparado pela Associação Mundial de Jornais, apenas 45,3 em cada mil brasileiros compravam jornais diariamente, em 2005. Os japoneses eram os campeões de leitura, com 633,7 leitores de jornais em cada mil habitantes. Em segundo lugar, vêm os noruegueses, com 626,3 compradores por mil habitantes; e, em terceiro, os finlandeses, com 518,4 por mil. Ingleses (348) e alemães (305) estão mais bem posicionados que os americanos (249,9). Mas o Brasil fica devendo para os vizinhos mexicanos (148,4) e argentinos (94,2).
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Números absurdos
Taxa de mortes de jornalistas cresce 244% em cinco anos
A Repórteres sem Fronteiras (RSF) divulgou na quarta-feira (02/01/2008) o balanço da liberdade de imprensa no ano que terminou. A entidade registra a morte de 86 profissionais de mídia em 2007, a maior cifra desde 1994. O número torna-se mais gritante em uma análise dos últimos cinco anos: um crescimento de 244% de assassinatos de jornalistas no período.
Mais da metade (47) foi morta no Iraque. À exceção de um repórter russo, todos as vítimas são iraquianas. “Pelo menos 207 jornalistas foram mortos no Iraque desde 2003, ano da invasão norte-americana. São mais mortos que a Guerra do Vietnã e os conflitos na ex-Iugoslávia, Algéria e Ruanda”, informa a RSF. Muitos são alvos deliberados de atiradores de elite, e mortos por pertencerem a grupos religiosos rivais.
Somália e Paquistão são os outros dois piores países para um jornalista trabalhar, com oito e seis mortos, respectivamente. Três dos mortos somalis eram figuras relevantes da mídia local. No Paquistão, os jornalistas são vítimas de ataques suicidas ou atingidos no fogo cruzado. O Brasil aparece na lista com uma morte, a de Luiz Carlos Barbon Filho.
Prisões e julgamentos
Dos crimes contra jornalistas, cerca de 90% seguem sem punição. A RSF deu especial atenção ao fato de as autoridades de Burkina Faso abandonarem as investigações da morte de Norber Zogo tão logo ficou clara a suspeita do envolvimento da guarda presidencial, e a apatia da Gâmbia no inquérito sobre a morte do correspondente da entidade no país, em 2004, também com supostas ligações ao governo.
Dois julgamentos em 2008 são considerados “chave”: os suspeitos dos assassinatos de Anna Potitkovskaya, na Rússia, e de Hrant Dink, na Turquia.
No outro sentido, as autoridades são mais eficientes: 887 jornalistas foram presos em 2007 – uma média de dois por dia – a maioria no Paquistão (195), Cuba (55) e Irã (54). Seqüestro também se tornou um poderoso instrumento de coerção, com 67 profissionais de mídia seqüestrados. Na virada do ano, 14 jornalistas continuavam seqüestrados, todos eles no Iraque, e 135 estavam na cadeia, 33 deles na China e 24 em Cuba.
Repressão virtual
China, Burma e Síria são os países que mais se esforçam para transformar a web em uma intranet de informações controladas. Os chineses fecharam 2,5 mil sites e blogs somente durante o congresso do Partido Comunista Chinês, e mantêm 50 pessoas presas. A Síria bloqueou acesso a cerca de 100 páginas, incluindo o Facebook e o Skype. Já Burma rastreou e-mails durante as revoltas dos monges budistas.
A RSF computou um número maior que o CPJ - 64 mortes, divulgados semana passada - por incluir mais países. A ONG ressalta que só contabilizou mortes ligadas ao exercício do jornalismo e, com as investigações correntes, o número pode crescer.